
O vereador Bueno Lima voltou a cobrar publicamente providências em relação à situação crítica das ruas nos bairros Maria do Lili, Novo Gonçalves Dias e Bairro Novo. Segundo ele, moradores dessas localidades enfrentam diariamente dificuldades de locomoção devido aos inúmeros buracos e à falta de manutenção adequada da infraestrutura urbana.
Durante sua manifestação, Bueno Lima destacou que o problema não é recente e vem se agravando, prejudicando motoristas, motociclistas e pedestres, além de aumentar o risco de acidentes. Para o vereador, a população merece uma resposta concreta e ações efetivas por parte do poder público.
Apesar das cobranças, a gestão da prefeita Suane Dias não demonstra, na avaliação do parlamentar, a devida preocupação com a situação. O vereador criticou a postura da administração, que, segundo ele, tem preferido atribuir os problemas às chuvas, em vez de apresentar soluções estruturais e duradouras.
Moradores das áreas afetadas reforçam a cobrança e pedem urgência na recuperação das vias, destacando que a situação impacta diretamente na qualidade de vida e no acesso a serviços básicos.

O vereador afirmou que continuará acompanhando o caso e cobrando medidas da prefeitura, buscando garantir melhores condições de tráfego e segurança para a população desses bairros.







Em um importante movimento político na região, o vereador Vereador Louro, acompanhado do ex-vereador e liderança Jair Peixoto — esposo da vereadora Helaine — esteve reunido com a deputada Iracema Vale.
Durante o encontro, as lideranças reforçaram seu apoio à deputada e confirmaram alinhamento político para o município de Gonçalves Dias. A reunião simboliza a união de forças em prol do desenvolvimento da cidade e da continuidade de projetos que beneficiem a população local.
O apoio declarado demonstra articulação e fortalecimento de alianças políticas na região, destacando o compromisso das lideranças com a representatividade e o avanço de políticas públicas voltadas para o bem-estar da comunidade.
A presença de importantes nomes da política local ao lado da deputada reforça a confiança em sua atuação e evidencia a construção de um grupo político coeso e comprometido com o futuro de Gonçalves Dias.

Moradores do município de Gonçalves Dias (MA) têm relatado uma situação preocupante envolvendo o acesso a procedimentos cirúrgicos no hospital local. Segundo denúncias recebidas, pacientes que necessitam realizar cirurgias estariam sendo orientados a providenciar o valor aproximado de R$ 500,00 para a realização de biópsias pré-operatórias.
De acordo com os relatos, a exigência financeira estaria se tornando um obstáculo para pessoas de baixa renda, que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento. A situação tem gerado indignação entre familiares e pacientes, que questionam a legalidade e a transparência do procedimento.
A biópsia é um exame importante em diversas condutas médicas, especialmente quando há suspeita de alterações que precisam ser confirmadas por análise laboratorial. No entanto, quando o atendimento ocorre dentro da rede pública, espera-se que os exames necessários ao diagnóstico e tratamento sejam garantidos sem custos diretos ao usuário.
Moradores afirmam que muitos pacientes acabam recorrendo a empréstimos, doações ou campanhas para conseguir realizar o exame e dar continuidade ao tratamento cirúrgico. Outros relatam atraso ou desistência de procedimentos por não conseguirem arcar com o valor solicitado.
Diante das denúncias, cresce o apelo para que as autoridades municipais de saúde e órgãos de controle esclareçam a situação, informando à população como funciona o fluxo de exames pré-operatórios, a responsabilidade pelo custeio e quais alternativas existem para pacientes que não possuem condições financeiras.
A população também pede maior transparência e garantia de acesso igualitário aos serviços de saúde, reforçando que o direito ao atendimento integral é um princípio fundamental do SUS.
A perfuração de um poço destinada ao abastecimento da escola da comunidade do Macaubal tem provocado debates e questionamentos entre moradores locais. A obra, que já se encontra em execução, utiliza uma máquina de perfuração de pequeno porte, com capacidade estimada para alcançar cerca de 30 metros de profundidade, o que despertou dúvidas sobre a eficácia e a segurança do sistema para atender à demanda da unidade escolar.
Segundo relatos da população, a principal preocupação está relacionada à profundidade prevista do poço e à possibilidade de que a estrutura não alcance um aquífero com vazão e qualidade suficientes para garantir o abastecimento contínuo da escola, especialmente em períodos de estiagem. Em muitas regiões, poços rasos podem sofrer variações de nível e maior influência de contaminações superficiais, o que reforça a necessidade de planejamento técnico adequado.
Outro ponto levantado pelos moradores diz respeito à transparência do processo de implantação. Parte da comunidade afirma não ter acesso a informações como estudo hidrogeológico, projeto técnico, responsável pela execução, testes de vazão ou análises de potabilidade da água — elementos considerados essenciais para assegurar a confiabilidade de sistemas de abastecimento público.
Especialistas destacam que a profundidade ideal de um poço depende diretamente das características geológicas da área. Em determinados locais, perfurações de 30 metros podem ser suficientes; em outros, pode ser necessário atingir camadas mais profundas para garantir estabilidade hídrica e melhor qualidade da água. Dessa forma, a avaliação técnica prévia é fator determinante para o sucesso da intervenção.
Diante do cenário, moradores defendem que haja maior diálogo e esclarecimento por parte dos responsáveis pela obra, com apresentação dos critérios técnicos adotados e dos resultados esperados. A iniciativa de implantação do poço é vista como importante para a melhoria das condições da escola, mas a comunidade reforça que a efetividade do investimento depende da execução com base em parâmetros técnicos adequados e acompanhamento transparente.
A população aguarda informações oficiais sobre a profundidade final do poço, capacidade de vazão, qualidade da água e previsão de conclusão da obra, buscando garantir que a solução adotada atenda de forma segura e duradoura às necessidades dos estudantes e profissionais da unidade escolar.
Moradores das comunidades do Poço do Rudiador e do Baixão do Pará enfrentam sérios transtornos devido à falta de abastecimento de água. No Poço do Rudiador, a população já soma cinco dias sem água nas torneiras. Já no Baixão do Pará, a situação é ainda mais crítica: uma semana inteira sem fornecimento regular.
Sem água para atividades básicas como cozinhar, tomar banho e limpar a casa, famílias relatam dificuldades e precisam recorrer a alternativas como armazenamento em baldes, compra de água mineral e ajuda de vizinhos que possuem poços artesianos.
Moradores cobram um posicionamento das autoridades responsáveis pelo abastecimento e pedem uma solução urgente para o problema. Segundo relatos, até o momento não houve explicação clara sobre o motivo da interrupção nem previsão concreta para o retorno do serviço.
A falta de água compromete não apenas o conforto das famílias, mas também a higiene e a saúde da população, especialmente de crianças e idosos.
A comunidade aguarda providências imediatas e reforça o pedido para que o abastecimento seja restabelecido o quanto antes.
O município de Gonçalves Dias – MA recebeu, entre os dias 01 e 31 de janeiro de 2026, um total de aproximadamente R$ 9.159.029,95 em créditos oriundos de repasses constitucionais, fundos federais, estaduais e outras transferências legais.
Mesmo com descontos obrigatórios para saúde, FUNDEB, PASEP e retenções previdenciárias, os valores mostram uma movimentação expressiva de recursos públicos logo no início do ano.
Confira abaixo os principais destaques da arrecadação:
O FPM foi uma das maiores fontes de recursos no período.
📥 Crédito bruto: R$ 2.939.324,08
📤 Descontos e retenções: R$ 1.195.822,79
✅ Valor líquido aproximado: R$ 1,74 milhão
Os maiores descontos foram:
Mesmo assim, o FPM segue sendo a principal base financeira do município.
O FUNDEB foi o maior volume de recursos recebidos em janeiro:
📚 Total creditado: R$ 4.816.269,44
Os valores vieram de várias fontes:
Só as complementações da União somaram mais de:
➡️ R$ 3,3 milhões
O que mostra forte dependência do reforço federal para manutenção da educação básica.
O Fundo de Saúde (FUS) acumulou:
💉 Total: R$ 558.659,81
Com origem principalmente:
Esse valor é essencial para custear atendimentos, unidades de saúde e ações básicas.
O município recebeu de ICMS:
📥 Crédito bruto: R$ 781.205,75
📤 Descontos para saúde e FUNDEB: R$ 273.421,98
✅ Valor líquido: cerca de R$ 507 mil
Royalties do petróleo renderam:
🛢️ Total bruto: R$ 42.402,86
📉 Desconto PASEP: R$ 424,02
Também entraram nos cofres municipais:
✅ Total de créditos recebidos: R$ 9.159.029,95
❌ Total de débitos/descontos: R$ 1.471.736,21
💵 Movimento financeiro expressivo para apenas um mês.
Em Gonçalves Dias, motoristas prefeitura municipal entraram em greve devido a atrasos nos pagamentos. Além disso, os veículos responsáveis pelo transporte da população estão sem receber manutenção e apoio financeiro, agravando ainda mais a situação.
Com a paralisação, diversos setores estão sendo afetados, principalmente a saúde. Pacientes que dependem do transporte para se deslocar até Caxias – MA, onde realizam tratamentos médicos, estão impossibilitados de viajar, ficando sem atendimento.
Segundo relatos da população, ao tentarem cobrar soluções ou informações, muitos pacientes estão sendo bloqueados no WhatsApp por responsáveis pelo transporte ou pela organização do serviço. Em vez de resolver o problema, a resposta tem sido o bloqueio das pessoas que buscam seus direitos.
A população cobra providências urgentes da gestão municipal para regularizar os pagamentos e restabelecer o transporte, garantindo o direito básico de acesso à saúde.
Um episódio grave de violência foi registrado neste sábado em Gonçalves Dias. A residência de Jonas Cavalcante foi alvo de disparos de arma de fogo, causando medo e insegurança à família e à vizinhança. Durante a ação criminosa, o cachorro da família foi atingido e morreu, aumentando ainda mais a comoção em torno do caso.

A situação gerou revolta entre moradores, que cobram providências imediatas das autoridades. Casos como este não podem ser tratados com normalidade e exigem investigação rigorosa para identificar os responsáveis e evitar que novos episódios aconteçam.
A nota pública sobre o caso foi divulgada por Bruna Pessoa, irmã de Fernando Pessoa, prefeito da cidade de Tuntum, que prestou solidariedade e apoio ao amigo diante do ocorrido. Na manifestação, Bruna reforçou o posicionamento contrário a qualquer tipo de violência e informou que providências já estão sendo tomadas junto ao Governo do Estado.
“Atenção, Gonçalves Dias. Somos contra esse tipo de violência. Por isso, já marcamos uma audiência com a Secretaria de Segurança do Estado para tratar do caso, exigir respostas e reforçar medidas que protejam nossa população.”
A expectativa agora é que a Secretaria de Segurança Pública do Estado atue com rapidez, garantindo investigação, responsabilização dos envolvidos e reforço da segurança no município.
A população de Gonçalves Dias pede respeito, justiça e paz, e espera que fatos como este não voltem a se repetir.
A situação dos funcionários que operam os poços da cidade é simplesmente revoltante. Além de estarem há mais de seis meses sem receber, agora circula entre eles uma frase atribuída à própria gestão:
“Não vou pagar ninguém, quem quiser água que ligue e desligue o poço.”
Se isso realmente foi dito, revela uma postura de completo descaso com os trabalhadores e com toda a população.
Estamos falando de um serviço essencial. Água não é luxo. Água é vida.
Como é que uma prefeitura deixa servidores sem salário e ainda trata o abastecimento como se fosse um favor?
E mais: como pode uma gestão que recebe repasses milionários — FPM, emendas, programas federais — simplesmente abandonar quem mantém a cidade funcionando?
Enquanto alguns fazem fotos, marketing e justificativas, quem sofre é o povo:
A verdade é dura: quando a gestão despreza o trabalhador, ela despreza a cidade inteira.
E se a própria prefeitura diz que “não vai pagar”, então fica claro por que Gonçalves Dias está desse jeito.
Depois de três notas oficiais divulgadas pela Prefeitura de Gonçalves Dias para tentar explicar o bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a população resolveu responder à sua maneira. Em tom de ironia e protesto, moradores criaram aquilo que já está sendo chamado nas redes sociais de “Quarta Nota Oficial” — só que desta vez, produzida pela própria comunidade.
A imagem que acompanha essa “nota popular” mostra um carro-pipa PAC-2 da Prefeitura enchendo a piscina do secretário de Infraestrutura, cena que gerou forte repercussão nos grupos locais. A foto viralizou rapidamente, transformando-se em um símbolo do sentimento de indignação diante da sequência de justificativas apresentadas pela administração municipal.
Como chegamos à “Quarta Nota”?
Nos últimos dias, a Prefeitura publicou três notas consecutivas tentando justificar:
A cada nova nota, a população ficava com mais dúvidas do que respostas. Isso porque documentos oficiais do CAUC, CADIN e Receita Federal mostravam que parte das pendências que bloquearam o FPM também ocorreu em 2025, já na atual gestão.
Enquanto a Prefeitura usava notas para se defender, a população — cansada da enxurrada de comunicados — encontrou uma forma mais direta e bem-humorada de transmitir sua própria mensagem.
A “quarta nota” nasce como resposta popular
O meme criado pelos moradores simula uma nova nota oficial, mas com uma diferença essencial:
👉 não tenta justificar nada — apenas mostra a realidade que muitos comentam em voz baixa.
A foto do carro-pipa PAC-2 enchendo a piscina do secretário se tornou:
Repercussão forte nas redes
A viralização da imagem demonstra um desgaste perceptível:
O episódio escancarou o abismo entre governo e comunidade: de um lado, notas técnicas; do outro, uma foto que fala mais do que qualquer documento.
Conclusão
A chamada “Quarta Nota Oficial” criada pelos moradores virou símbolo de um momento político sensível em Gonçalves Dias. Depois de três notas emitidas pela administração para tentar explicar o bloqueio do FPM, a população devolveu na mesma moeda — usando o formato de nota, mas expondo, em imagem, aquilo que considera o verdadeiro problema: uso questionável de bens públicos e falta de transparência efetiva.
O episódio serve como alerta:
quando a gestão perde a confiança da população, não é uma nota oficial que resolve — às vezes, uma única imagem diz tudo.