
Em Gonçalves Dias, motoristas prefeitura municipal entraram em greve devido a atrasos nos pagamentos. Além disso, os veículos responsáveis pelo transporte da população estão sem receber manutenção e apoio financeiro, agravando ainda mais a situação.
Com a paralisação, diversos setores estão sendo afetados, principalmente a saúde. Pacientes que dependem do transporte para se deslocar até Caxias – MA, onde realizam tratamentos médicos, estão impossibilitados de viajar, ficando sem atendimento.
Segundo relatos da população, ao tentarem cobrar soluções ou informações, muitos pacientes estão sendo bloqueados no WhatsApp por responsáveis pelo transporte ou pela organização do serviço. Em vez de resolver o problema, a resposta tem sido o bloqueio das pessoas que buscam seus direitos.
A população cobra providências urgentes da gestão municipal para regularizar os pagamentos e restabelecer o transporte, garantindo o direito básico de acesso à saúde.
Um episódio grave de violência foi registrado neste sábado em Gonçalves Dias. A residência de Jonas Cavalcante foi alvo de disparos de arma de fogo, causando medo e insegurança à família e à vizinhança. Durante a ação criminosa, o cachorro da família foi atingido e morreu, aumentando ainda mais a comoção em torno do caso.

A situação gerou revolta entre moradores, que cobram providências imediatas das autoridades. Casos como este não podem ser tratados com normalidade e exigem investigação rigorosa para identificar os responsáveis e evitar que novos episódios aconteçam.
A nota pública sobre o caso foi divulgada por Bruna Pessoa, irmã de Fernando Pessoa, prefeito da cidade de Tuntum, que prestou solidariedade e apoio ao amigo diante do ocorrido. Na manifestação, Bruna reforçou o posicionamento contrário a qualquer tipo de violência e informou que providências já estão sendo tomadas junto ao Governo do Estado.
“Atenção, Gonçalves Dias. Somos contra esse tipo de violência. Por isso, já marcamos uma audiência com a Secretaria de Segurança do Estado para tratar do caso, exigir respostas e reforçar medidas que protejam nossa população.”
A expectativa agora é que a Secretaria de Segurança Pública do Estado atue com rapidez, garantindo investigação, responsabilização dos envolvidos e reforço da segurança no município.
A população de Gonçalves Dias pede respeito, justiça e paz, e espera que fatos como este não voltem a se repetir.
A situação dos funcionários que operam os poços da cidade é simplesmente revoltante. Além de estarem há mais de seis meses sem receber, agora circula entre eles uma frase atribuída à própria gestão:
“Não vou pagar ninguém, quem quiser água que ligue e desligue o poço.”
Se isso realmente foi dito, revela uma postura de completo descaso com os trabalhadores e com toda a população.
Estamos falando de um serviço essencial. Água não é luxo. Água é vida.
Como é que uma prefeitura deixa servidores sem salário e ainda trata o abastecimento como se fosse um favor?
E mais: como pode uma gestão que recebe repasses milionários — FPM, emendas, programas federais — simplesmente abandonar quem mantém a cidade funcionando?
Enquanto alguns fazem fotos, marketing e justificativas, quem sofre é o povo:
A verdade é dura: quando a gestão despreza o trabalhador, ela despreza a cidade inteira.
E se a própria prefeitura diz que “não vai pagar”, então fica claro por que Gonçalves Dias está desse jeito.
Depois de três notas oficiais divulgadas pela Prefeitura de Gonçalves Dias para tentar explicar o bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a população resolveu responder à sua maneira. Em tom de ironia e protesto, moradores criaram aquilo que já está sendo chamado nas redes sociais de “Quarta Nota Oficial” — só que desta vez, produzida pela própria comunidade.
A imagem que acompanha essa “nota popular” mostra um carro-pipa PAC-2 da Prefeitura enchendo a piscina do secretário de Infraestrutura, cena que gerou forte repercussão nos grupos locais. A foto viralizou rapidamente, transformando-se em um símbolo do sentimento de indignação diante da sequência de justificativas apresentadas pela administração municipal.
Como chegamos à “Quarta Nota”?
Nos últimos dias, a Prefeitura publicou três notas consecutivas tentando justificar:
A cada nova nota, a população ficava com mais dúvidas do que respostas. Isso porque documentos oficiais do CAUC, CADIN e Receita Federal mostravam que parte das pendências que bloquearam o FPM também ocorreu em 2025, já na atual gestão.
Enquanto a Prefeitura usava notas para se defender, a população — cansada da enxurrada de comunicados — encontrou uma forma mais direta e bem-humorada de transmitir sua própria mensagem.
A “quarta nota” nasce como resposta popular
O meme criado pelos moradores simula uma nova nota oficial, mas com uma diferença essencial:
👉 não tenta justificar nada — apenas mostra a realidade que muitos comentam em voz baixa.
A foto do carro-pipa PAC-2 enchendo a piscina do secretário se tornou:
Repercussão forte nas redes
A viralização da imagem demonstra um desgaste perceptível:
O episódio escancarou o abismo entre governo e comunidade: de um lado, notas técnicas; do outro, uma foto que fala mais do que qualquer documento.
Conclusão
A chamada “Quarta Nota Oficial” criada pelos moradores virou símbolo de um momento político sensível em Gonçalves Dias. Depois de três notas emitidas pela administração para tentar explicar o bloqueio do FPM, a população devolveu na mesma moeda — usando o formato de nota, mas expondo, em imagem, aquilo que considera o verdadeiro problema: uso questionável de bens públicos e falta de transparência efetiva.
O episódio serve como alerta:
quando a gestão perde a confiança da população, não é uma nota oficial que resolve — às vezes, uma única imagem diz tudo.
A Prefeitura de Gonçalves Dias divulgou, nesta terça-feira, sua terceira nota oficial sobre o bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Embora afirme que o problema decorreu exclusivamente de “débitos previdenciários deixados pela gestão anterior” e do envio incorreto de DCTFWeb entre 2022 e 2024, a nova nota novamente evita mencionar os dados mais sensíveis — justamente os que constam nos sistemas oficiais do Governo Federal e que apontam pendências geradas em 2025, durante a atual administração.
A nota informa que o parcelamento previdenciário foi deferido pela Receita Federal em 08/12/2025 e que, com isso, o FPM foi liberado. O município também afirma que tomará medidas judiciais contra supostas falhas de envio de declarações pela gestão anterior.
Contudo, ao analisar os registros do CAUC, CADIN Federal e Receita Federal, fica evidente que o bloqueio do FPM não se resume aos fatos narrados pela Prefeitura — e as versões apresentadas nas três notas divulgadas até agora continuam deixando pontos cruciais de fora.
1. A Prefeitura continua omitindo as pendências registradas em 2025
As três notas oficiais atribuem o bloqueio exclusivamente a erros do passado.
Mas os sistemas oficiais mostram outra realidade:
Pendência ativa da Receita Federal em 05/06/2025
Havia uma inclusão no CADIN feita pela própria Receita Federal, dentro da atual gestão.
Débitos federais lançados em 21/08/2025 pela PGFN
Diversos registros apareceram no CADIN nesta data, todos relativos ao ano de 2025.
Item 1.1 do CAUC continuou irregular até 21/11/2025
Esse é o item mais grave do sistema fiscal federal. Mesmo após as supostas retificações, ele permaneceu em “inadimplência”.
Nenhum desses pontos é mencionado na terceira nota oficial — mas eles foram determinantes para a permanência do bloqueio.
2. A liberação do FPM não invalida as pendências anteriores
A Prefeitura afirma que o FPM foi liberado após o parcelamento previdenciário.
Isso é verdade.
Mas a liberação não muda os dados já existentes, que apontam:
A liberação só ocorreu agora porque o município finalmente regularizou o que deveria ter sido solucionado desde o início do ano.
3. Contradição entre notas: versão muda, mas os dados não
A primeira nota dizia que o problema era exclusivamente “obrigações acessórias antigas”.
A segunda nota acrescentou novas justificativas.
A terceira nota apresentou outra versão.
Nenhuma delas, porém, tocou nos débitos federais registrados em 2025, que estavam visíveis para qualquer cidadão que consultasse os sistemas federais.
4. Sobre as medidas judiciais anunciadas
A Prefeitura afirma que acionará judicialmente a gestão anterior por falhas no envio de DCTFWeb entre 2022 e 2024.
Mas cabe lembrar:
Em resumo: a responsabilização que o município propõe não abrange os fatos mais recentes, que contribuíram de forma decisiva para o bloqueio prolongado do FPM.
Conclusão
A terceira nota oficial anuncia a liberação do FPM — o que é positivo para servidores e para o funcionamento da máquina pública. No entanto, ela não responde aos pontos centrais:
A discussão não é sobre torcida política, mas sobre responsabilidade fiscal e verdade administrativa.
Os dados oficiais permanecem disponíveis para consulta pública e demonstram que o bloqueio do FPM não foi causado apenas por erros do passado — e sim também por falhas acumuladas ao longo de 2025.
Transparência verdadeira exige que todas as informações sejam apresentadas, não apenas aquelas que favorecem a narrativa oficial.
Em 2024, a Prefeitura de Gonçalves Dias comemorava a conquista do Selo Prata de Transparência, concedido pelo Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP) em parceria com os Tribunais de Contas do país.
Naquele ano, o município atingiu 100% dos critérios essenciais e alcançou 80,78% da avaliação total, resultado suficiente para ser reconhecido nacionalmente pelo avanço no portal da transparência.
Mas o que era motivo de orgulho em 2024 virou silêncio constrangedor em 2025.
Nesta nova edição do PNTP, divulgada pelo TCE-MA, Gonçalves Dias simplesmente não aparece na lista de prefeituras certificadas.
Enquanto dezenas de municípios maranhenses evoluíram e conquistaram selos Diamante, Ouro e Prata, Gonçalves Dias não figurou em nenhuma categoria — um retrocesso evidente para quem, no ano anterior, estampou nas redes sociais a medalha prateada como símbolo de compromisso com a transparência.
Não aparecer na lista não é apenas “não ganhar medalha”.
Significa que os critérios não foram atendidos, ou que a avaliação caiu a ponto de não alcançar os níveis mínimos para certificação — algo muito sério para qualquer administração pública.
E mais: 2025 foi o ano em que diversas prefeituras do Maranhão avançaram em transparência, algumas chegando ao Selo Diamante, enquanto Gonçalves Dias caminhou no sentido oposto.
A verdade é que, se em 2024 houve capacidade técnica para organizar o portal e atender os requisitos, não há justificativa plausível para a queda, exceto uma: falta de gestão e de manutenção das práticas de transparência.
Transparência pública não é conquista que se garante uma vez e pronto.
É preciso atualizar informações, publicar relatórios, organizar dados, manter o portal funcionando e cumprir todos os critérios do TCE.
Quando a gestão relaxa, o resultado aparece — e apareceu.
Gonçalves Dias caiu no ranking justamente no momento em que mais municípios avançaram.
Ironia ou não, em 2025 quem aparece com certificação é a Câmara Municipal de Gonçalves Dias, que conquistou Selo Prata.
Ou seja: o Legislativo mostrou mais compromisso com a transparência do que o Executivo.

A pergunta que fica é simples:
Como a prefeitura que comemorou Selo Prata em 2024 desaparece da certificação em 2025?
A resposta aponta para aquilo que a população já sente no dia a dia:
📉 Falta de continuidade,
📉 Falta de organização,
📉 Falta de prioridade com a coisa pública.
Transparência não é marketing — é obrigação.
E Gonçalves Dias, que já esteve entre os reconhecidos, hoje aparece como um exemplo de retrocesso administrativo.
Enquanto a gestão municipal atual tenta justificar salários atrasados e culpar gestões anteriores, a Receita Federal publicou, ainda esse ano de 2025, a Instrução Normativa RFB nº 2.283/2025, criando um parcelamento especial para dívidas previdenciárias dos municípios, justamente para evitar bloqueios de FPM e permitir que as prefeituras organizem suas contas.
A medida atende à Emenda Constitucional nº 136/2025 e permite que os municípios regularizem débitos vencidos até 31 de agosto de 2025 em condições extremamente vantajosas: até 300 parcelas mensais. Ou seja, oportunidade não faltou. Faltou gestão.
Durante todo o ano, Suane já conhecia o tamanho da dívida previdenciária herdada — inclusive porque ela mesma utilizou o tema para tentar bloquear recursos da prefeitura em dezembro de 2024, numa ação movida contra o ex-gestor.
Ou seja: saber, ela sabia. Resolver, que é bom, não resolveu.
A prefeita tenta colocar a responsabilidade exclusivamente em cima da gestão anterior, mas não esclarece que:
A atual gestão, no entanto, prefere repetir desculpas enquanto servidores seguem com salários atrasados.
A administração fala em dificuldades, mas não mostra competência para resolver e tampouco transparência na divulgação de recursos recebidos.
Um exemplo gritante:
No dia 04 de setembro de 2025, a prefeitura recebeu R$ 1.902.281,62, pagos pelo Bradesco, fruto de um dos processos de recuperação de crédito tributário realizados ainda na gestão do ex-prefeito Toinho.
Esse dinheiro deveria estar ajudando a resolver problemas urgentes da cidade, como:
Mas a população continua sofrendo com salários atrasados, enquanto surgem relatos de que recursos vêm sendo direcionados para compras de apartamentos, carros e pagamento de dívidas particulares de Vadilson e da própria prefeita.
Dívida previdenciária praticamente todo município tem.
O que diferencia uma boa gestão de uma gestão desastrosa é a capacidade de:
O governo Suane teve tempo, teve alerta, teve orientação, teve oportunidade — e teve dinheiro.
O que não teve foi competência para evitar que a população pagasse a conta mais uma vez.
Enquanto isso, servidores seguem lesados e a cidade continua parada, à espera de uma prefeitura que trabalhe em vez de procurar culpados.
Moradores de Gonçalves Dias fizeram um grave relato nas últimas horas: um carro-pipa pertencente à Prefeitura estaria sendo utilizado para encher a piscina do secretário de infraestrutura, é irmão da prefeita.
A denúncia revoltou a população justamente no momento em que diversos povoados — como Lagoinha do Ivanir — enfrentam falta de água, bombas quebradas, canos trocados de forma errada e meses de sofrimento. Enquanto famílias precisam comprar água para sobreviver, o que se vê é um veículo público, custeado com dinheiro do povo, sendo usado para benefício pessoal.
Moradores afirmam que, ao invés de abastecer quem realmente precisa, o carro-pipa foi visto na chácara do secretário para encher a piscina. A situação gerou indignação porque, para o povo, isso demonstra descaso, abuso de poder e total falta de sensibilidade com quem enfrenta a seca no dia a dia.
A pergunta que ecoa entre os moradores é simples:
como pode faltar água para o povo, mas sobrar para encher piscina de secretário?
Enquanto a população se vira como pode, compra água, chama máquinas por conta própria e enfrenta a negligência do poder público, denúncias como essa só reforçam a sensação de abandono. A comunidade pede investigação, transparência e respeito.
A água que deveria servir ao povo não pode virar privilégio de poucos.
O povoado Lagoinha do Ivanir vive uma das piores crises de abastecimento de água dos últimos anos. Moradores relatam que há mais de três meses não chega uma gota d’água nas torneiras, obrigando famílias inteiras a pagar do próprio bolso para conseguir o mínimo necessário para cozinhar, lavar e sobreviver.
Segundo relatos, a situação chegou a um ponto tão crítico que a própria população precisou contratar uma máquina de outra cidade, com recursos próprios, para tentar resolver o problema que deveria estar sendo solucionado pela Prefeitura. Em resposta, o município teria se comprometido a fornecer canos — o que foi feito, mas sem planejamento e sem resultado.
Um dos moradores explica que foi solicitado cano na medida errada (50 mm), quando toda a rede da Lagoinha é de 32 mm, o que acabou agravando ainda mais a situação ao invés de solucionar.
Além disso, a bomba instalada no sistema é de apenas 3 cavalos, totalmente insuficiente para atender o tamanho da comunidade. Como consequência, em algumas partes do povoado, como na rua do pai de um morador, a água só aparece rapidamente pela manhã — e isso quando aparece.
A população também denuncia que foi criado um grupo no WhatsApp para dialogar com o secretário de Infraestrutura, que está presente no grupo, mas permanece apenas fazendo promessas, sem apresentar ações concretas. Moradores reclamam ainda da maneira desrespeitosa e mal-educada com que têm sido tratados.
Enquanto isso, a comunidade continua sofrendo:
O povoado Lagoinha do Ivanir pede respeito, atenção e ações imediatas. Água não é favor — é um direito básico e essencial para a vida.
A Prefeitura de Gonçalves Dias divulgou uma nova nota oficial sobre o bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desta vez, afirma que o problema decorre de declarações DCTFWeb enviadas como “zeradas” ou “sem movimento” pela gestão anterior. No entanto, a versão apresentada novamente deixa de mencionar elementos essenciais da realidade fiscal do município — dados que constam nos sistemas oficiais do Governo Federal e que ajudam a explicar por que o FPM continua bloqueado até agora.
A nota municipal cita falhas em transmissões de 2022, 2023 e 2024. Contudo, ela não aborda as pendências registradas em 2025, que são justamente as que mantêm o município impedido de receber o FPM.
Consultas feitas ao CAUC, ao CADIN Federal e à Receita Federal mostram que:
Estão no CADIN vários registros da PGFN datados de 21/08/2025, todos vinculados ao CNPJ da Prefeitura.
Esses débitos foram gerados durante a gestão atual e não podem ser atribuídos a governos anteriores.
Cada um deles, isoladamente, já é suficiente para manter o FPM bloqueado.
Consta no sistema oficial que há uma inclusão no CADIN pela própria RFB (Receita Federal do Brasil).
Isso significa:
A nota oficial não menciona esse fato.
Esse item é consultado automaticamente pelo Tesouro Nacional.
No dia 21/11/2025, o CAUC ainda apontava:
🔴 INADIMPLÊNCIA no item 1.1.
Esse item envolve INSS, tributos federais e dívidas ativas. Enquanto ele não for regularizado, não há desbloqueio possível do FPM, independente de DCTFWeb.
A nota não explicou por que, mesmo após as declarações, o item 1.1 continua vermelho.
A Prefeitura insiste em afirmar que tudo deriva de falhas da gestão anterior, mas os fatos demonstram que:
Portanto, o bloqueio não é apenas “herdado”; ele foi alimentado e ampliado em 2025.
A nota também afirma que o saldo do Fundeb é insuficiente para o pagamento integral da folha, restando R$ 969 mil em conta.
Porém, vale esclarecer:
A responsabilidade por garantir a folha — seja do Fundeb, seja da saúde — continua sendo da administração municipal, independentemente de bloqueios.
A nova nota oficial tenta justificar o bloqueio citando erros antigos, mas continua sem reconhecer as pendências registradas em 2025, que estão documentadas nos sistemas federais:
Enquanto esses pontos não forem reconhecidos e corrigidos, o FPM continuará bloqueado — e a população continuará recebendo apenas uma parte da verdade.
Transparência fiscal significa assumir todos os fatos, inclusive os gerados na atual gestão.