
A crise na educação de Gonçalves Dias se agravou nos últimos dias. Professores da rede municipal relatam atrasos de dois a três meses nos salários, gerando revolta generalizada e colocando em xeque a gestão dos recursos públicos.
Mesmo com a promessa da prefeitura de regularizar os pagamentos até o dia 30, o clima entre os profissionais é de indignação.
👉 E o motivo da revolta não é só o atraso — são os números.
Somente no mês de março de 2026, o FUNDEB recebeu valores expressivos:
📊 Total apenas nesses repasses: mais de R$ 1,69 milhão
E isso sem contar outros repasses ao longo do mês (FPM, ICMS e receitas diversas).
Pagamentos relacionados à remuneração da educação incluem:
Apesar disso, os relatos de atraso continuam.
👉 Pela lei, no mínimo 70% do FUNDEB deve ser destinado aos profissionais da educação.
A pergunta que fica é:
esse percentual está sendo realmente cumprido na prática?
Os extratos mostram pagamentos relevantes para empresas e serviços:
Alguns pontos levantam questionamentos:
👉 Em abril, por exemplo:
A insatisfação é crescente. Professores relatam:
E o impacto é direto:
👉 aulas comprometidas, alunos prejudicados e queda na qualidade da educação
O problema não parece ser falta de dinheiro.
Os próprios dados mostram que há entrada constante de recursos milionários no FUNDEB.
👉 A questão que fica é outra:
Por que o professor continua sendo o último a receber?